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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

ETAPAS CONTEMPLADAS NA ROTINA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

ACOLHIMENTO – Recepção das crianças, contato com os familiares.
RODA INTERATIVA – Trabalho coletivo planejado a partir de um conteúdo
curricular previsto nos projetos, geralmente antecedido por uma verificação
coletiva de crianças ausentes, marcação da data, construção da rotina e
finalizada com avisos e explicações sobre a atividade seguinte.
ATIVIDADE – Geralmente pelo adulto e proposta para todo o grupo. São
atividades importantes para se trabalhar atenção, concentração e a capacidade
das crianças de atenderem a propostas feitas coletivamente ou individuais,
podendo realizar em diferentes locais, dentro e fora da instituição.
ATIVIDADES DIVERSIFICADAS – Estas atividades permitem que as
crianças escolham o que desejam fazer. É um momento adequado para
interações e observações significativas do professor junto às crianças podendo
intervir e acompanhar o que elas fazem. Acontecem na primeira meia hora do
período letivo. São três propostas simultâneas de atividades; jogos de
construção, atividades de artes (desenho, colagem, recorte, etc), leitura de
livros e revistas.
HIGIENE PESSOAL – Lavar as mãos com independência, vestir-se e despir-se, usar o banheiro de modo cada vez mais autônomo.
LANCHE – RECREIO – Momento essencial para o saudável desenvolvimento da criança, além de fazer parte do processo educativo. Durante as refeições, a criança tem a oportunidade de relacionar-se com o outro, adquirir muitos
conhecimentos e ao mesmo tempo desenvolver sua autonomia
Acontece na área externa, por trinta minutos. Momento em que
ocorrem jogos espontâneos ou propostos pelo professor.
HORA DA HISTÓRIA – Todos os dias são contadas ou lidas histórias de
tradição oral ou da literatura infanto-juvenil.
ATIVIDADES DE EXPRESSÃO:
1)ARTÍSTICA – Neste momento as crianças são estimuladas a imaginar,
isto é, povoar sua mente de idéias para se expressarem livremente. Ao
modelar, desenhar ou pintar, a criança representa o que consegue perceber da
realidade em que vive.
2)CORPORAL – São sugeridas atividades físicas amplas ou específicas, na
qual as crianças possam correr, subir, jogar, realizar jogos de regras, utilizar
brinquedos do parque, etc.
3)MUSICAL – Esta atividade contribui para a formação, desenvolvimento
e equilíbrio da personalidade da criança. É oferecido a ela um repertório
variado (cantigas populares, cantigas de roda, músicas clássicas, etc) e
inclusive são incentivadas a criação de letras de canção e a utilização de
instrumentos musicais.
OBS.: Estas atividades deverão ser contempladas em dias diferenciados.
JOGOS DE MESA – Neste momento são utilizados os jogos de: quebracabeça, jogo da memória, dominó, loto leitura, etc. Pelo seu caráter coletivo, os jogos permitem que o grupo se estruture, que as crianças estabeleçam relações ricas de trocas e se acostumem a lidar com regras, conscientizando-as que podem ganhar ou perder.
AVALIAÇÃO DO DIA – Trabalho orientado para que a criança perceba a
seqüência lógica das atividades, bem como para que o professor proceda com a auto-avaliação
SAÍDA
OBS.: Este é um exemplo de rotina, sendo que haverá ajustes que
devem ser feitos para atender as especificidades de cada grupo e a
seqüenciação dos trabalhos.

domingo, 20 de dezembro de 2009

UTILIZEI ESTAS PLAQUINHAS PARA CONSTRUIR COM MEU MATERNAL DE 2009 AS REGRAS DA SALA DE AULA.






OPTEI PELAS PLAQUINHAS COM REGRAS ACRESCENTANDO SEMPRE AS PALAVRAS, NÃO PODE, ASSIM ELES IDENTIFICAM O CARTAZ COMO AÇÕES PASSÍVEIS DE PROIBIÇÕES.
CRÉDITOS PELAS PLAQUINHAS
ACHEI NO PICASA....SE FOREM SUAS ME AVISE QUE DAREI OS DEVIDOS CRÉDITOS.

PRIMEIRO - Coloque seus alunos sentados em frente a um suporte, pode ser uma cartolina, kraft ou outro previamente disposto onde você queira que o cartaz fique fixo.



SEGUNDO - Explore com eles as possibilidades de uma boa convivência na sala de aula com seus colegas.




TERCEIRO - Estabeleça para eles os limites que terão que ser respeitados por todos.



QUARTO - Comece a mostrar as plaquinhas com as regrinhas e tente deixar que eles digam o que eles entenderam por aquela gravura. Depois você vai frisar o que a gravura significa, ou seja, qual a regra que ela representa.




Estabeleça claramente qual será a situação de quem quebrar aquela regras.




Assim sucessivamente acrescente cada nova regra ou plaquinha de regra explorando-a ao máximo.




Para que as regras sejam funcionais é preciso que você no início, quando estas forem quebradas, chame atenção das crianças para a regra que foi quebrada. Especificamente no caso do, maternal 3 anos, eu relevei toda primeira vez dos alunos para que estes pudessem apreender a nova situação da sala.




Nova situação porque? Em muitas creches percebe-se que o professor limita a ação dos alunos por uma portinhola que é fechada para que os alunos não saiam da sala sem permissão. Até acredito que isto bem se aplica aos bebês. Mas, na situação do maternal o ideal é o ambiente se aproximar cada vez mais de um espaço em que as regras precisam ser respeitadas. Por isso, isolei a portinhola e definitivamente abri a porta limitando para estes a saida somente em caso de permissão do professor, através das regras construidas no cartaz. O resultado no início não foi satisfatório diante da situação de sempre terem tido o espaço limitado pela portinhola. Quando percebiam a abertura, saiam. Com o passar dos dias, e com um espaço reservado para o momento de sentar para pensar sobre a quebra das regras, consegui um bom resultado. No mês de maio, já me pediam para ir ao banheiro, tomar água, etc. Como nem tudo é 100%, tive dificuldades com dois alunos que além de serem infrequentes demonstraram até o último dia grande rejeição pelas regras. Mas, isso não vai me impedir de continuar a construir minhas regrinhas, pois, limitar espaço com portinholas fechadas é muito fácil, mas é extremamente anti-didático.

QUE IDÉIA LEGAL!

Utilizar brincadeiras infantis como atividade freqüente significa abrir um canal para explorar idéias referentes a números de modo bastante diferente do convencional. Enquanto brinca, a criança pode ser incentivada a realizar contagens, comparações de quantidades, identificar algarismos, adicionar pontos que fez durante a brincadeira, perceber intervalos numéricos. O brincar proporciona oportunidades de perceber distâncias, desenvolver noções de velocidade, duração, tempo, força, altura, além da geometria com suas noções de posição no espaço, de direção e sentido, discriminação visual, memória visual e formas geométricas. É muito importante estimular o registro pictórico depois das brincadeiras.
Especificamente nessa brincadeira de bola ao cesto desenvolve-se noção de direção, sentido, localização, contagem, comparação de quantidades.

IDÉIAS PARA INICIAR O NOVO ANO ESCOLAR - 2010

CAIXA PARA GUARDAR PAPÉIS.

CHAMADA

ESSAS VISEIRAS COM A LETRA INICIAL DO NOME SÃO ÓTIMAS PARA OS PASSEIOS.




AMEI ESSA FORMA DE DISPOR A ROTINA. PODE SER COM MENOS DIVISÕES NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Não dei os créditos....Perdão! esqueci de onde tirei....RSSSSSSSSS

domingo, 22 de novembro de 2009

BRINCADEIRAS

Brincando, a criança não apenas de diverte, mas recria e interpreta o mundo em que vive, se relaciona com este mundo. Brincando, a criança aprende. Por isso, cada vez mais os educadores recomendam que os jogos e brincadeiras ocupem um lugar de destaque no programa escolar desde a Educação Infantil. Para auxiliar no trabalho do professor, As brincadeiras abaixo relacionadas são excelentes para o desenvolvimento da noção de espaço, da lateralidade, da coordenação motora, da interação com o grupo e tantas outras habilidades podem ser desenvolvidas com as brincadeiras abaixo.

A gatinha parda

Faz-se uma roda, todos de pé. Escolhe uma criança para ficar no centro da roda com olhos vendados e com uma varinha na mão. As crianças começam a girar na roda e cantar: Ah, minha gatinha parda, que em janeiro me fugiu, quem roubou minha gatinha você sabe, você sabe, você viu? Todos se calam. A que está no centro da roda toca em alguém com a varinha. A que foi tocada deve miar como um gato. Quem tocou tenta descobrir que é. Se descobrir, diz o nome e quem miou vai para o centro recomeçar a brincadeira. Se não acertar continua sendo a do centro, recomeça a brincadeira até adivinhar quem é.


Alfândega

Uma criança sai da sala.
Escolhe-se uma criança que irá inventar uma regra e dizer para os colegas, como por exemplo: só passa de for algo que voa.
Chama o colega que está fora da sala e pergunta: o que passa? Este vai dizendo por exemplo gato (as crianças dizem não passa), vaca (as crianças dizem não passa), até ele dizer o nome de algum animal que voa.
A finalidade da brincadeira é descobrir qual foi a regra dada inicialmente.


Batata quente

Todos em roda, sentados no chão, com um objeto na mão vai passando e cantando a seguinte canção:
_ Batata que passa quente, batata que já passou, quem ficar com a batata, coitadinho se queimou!
Quando disser queimou, a pessoa que estiver com o objeto na mão, sai da roda.


Boca de forno
Uma criança é eleita como chefe ou mestre. Ela deverá ser a única a dar ordens na brincadeira e os demais deverão cumpri-las.
O mestre inicia a brincadeira dizendo:
Mestre :
- Boca de Forno

crianças: .
- Forno

Mestre : ..
- Faz o que eu mando?

crianças:
- Faço

Mestre:
- Se não fizer?

crianças:
- Toma bolo


Ou (varia de região para região)

Mestre:-Bento, bento é o frade
Todos:-Frade!
Mestre:-Na boca do forno!Todos:-Forno!Mestre:-Tirar um bolo!Todos:-Bolo!Mestre:-Farão tudo que seu mestre mandar...Todos:-Faremos todos!Mestre:-Se não fizer...Todos:Levaremos o bolo!


O mestre deverá ditar a ordem que deve ser a de trazer um objeto como um lápis, um batom, um caderno, uma folha de árvore ou caderno etc. Se a criança não conseguir deverá pagar uma prenda que pode ser cantar uma música, dançar, imitar um bicho etc.


Cabra-cega


Escolha um lugar nem tão grande nem tão pequeno. Tire a sorte no par ou ímpar, no 0 ou 1 para ver quem será a cabra-cega. A cabra-cega deverá ter os olhos vedados com um lenço. Depois as crianças deverão rodar a cabra-cega e iniciar a brincadeira com as perguntas e respostas:
Todos: Cabra-Cega, de onde você veio?
Cabra-Cega: Vim lá do moinho.
Todos: O que você trouxe?
Cabra-Cega: Um saco de farinha.
Todos: Me dá um pouquinho?
Cabra-Cega: Não.

Todos então saem correndo e a cabra-cega deverá tentar pegar alguém. Quando conseguir ela deverá adivinhar quem é. Se acertar a presa deverá ser a próxima cabra-cega, se errar a cabra-cega continua sendo a mesma de antes.


Caixinha de surpresas

Antes de iniciar o jogo, escreve-se em papeizinhos várias tarefas engraçadas. Coloca dentro de uma caixinha.Sentados em círculo, a caixinha irá circular de mão em mão, até a música parar. Quem estiver com a caixinha na mão no momento que a música parar deverá tirar um papel da caixinha e executar a tarefa. Continua até acabar os papéis.


Carniça

Faz-se uma fila de crianças que deverão estar curvado com as mãos apoiadas na coxa. Uma criança começa pulando sobre todos. Quando pular a última carniça o pulador pára adiante esperando que os seguintes pulem sobre ele.


Carrinho de mão

Antes de iniciar o jogo, deve-se marcar uma linha de saída e uma de chegada. Separado em dois times, as crianças deverão se dividir em duas. Uma ficará na frente com as mãos no chão, a de trás irá segurar nos pés da primeira de modo que forme um carrinho. O que estiver com a mão no chão juntamente com o que estiver lhe segurando deverá correr até a linha de chegada. Ganha o time que chegar primeiro.

Ceguinho

Forma-se uma roda e uma criança fica no centro da roda com os olhos vendados. Todos deverão girar na roda e cantar “Pai Francisco”. Quando o ceguinho bater palmas, a roda deverá parar e ele caminhará para a frente e tocar no colega para adivinhar quem é.


Chicotinho

Faz-se uma fila de crianças. Outra criança deverá segurar a corda com as duas pontas na mão e começar a girá-la no chão. As crianças da fila começam a pular uma por uma. Sai da brincadeira quem pisar na corda.


Chicotinho Queimado

Escolhe um objeto para ser o chicotinho queimado, pode ser um pedaço de corda ou corrente.
Todas as crianças tapam os olhos, enquanto uma outra criança esconde o chicotinho queimado. Todas as crianças saem à procura do chicotinho já com os olhos destampados. À medida que alguma criança estiver perto, a que escondeu o chicotinho dirá está quente. Se estiver longe diz está frio. Esquentando ou esfriando conforme a distância. Diz pelando quando estiver muito perto do chicotinho. Aquela que achar pega o chicotinho e sai correndo atrás de outra criança. Aquela que for tocada levemente pelo chicotinho será a próxima a escondê-lo.

Cinco Marias

Você poderá brincar de 5 Marias com cinco pedrinhas ou cinco saquinhos de pano. Os saquinhos poderão ser feitos com retalhos com enchimento de arroz.
Deve-se tirar a sorte para ver quem iniciará o jogo. Inicia-se jogando os saquinhos para cima e onde caírem devem ficar. O jogador pega outro saquinho e joga para cima enquanto pega outro saquinho antes do primeiro cair no chão. Depois deverá jogar os dois saquinhos para cima e tentar pegar um terceiro saquinho do chão. E assim por diante. Ganha 1 ponto quem conseguir pegar os 5 saquinhos se não conseguir passa a vez.

Cobrinha

Duas crianças seguram a corda perto do chão e começam a fazer ondulações. Três crianças começam a pular, quem tocar esbarrar na corda sai da brincadeira. Se uma sair entra outra no seu lugar. Vence quem conseguir ficar pulando mais tempo.


Elefantinho colorido

As crianças ficam em roda e uma delas fala:__ Elefante colorido!Os outros perguntam:__ De que cor ele é?A criança deverá escolher uma cor e as outras deverão tocar em algo que tenha esta cor. Se não achar esta cor o elefantinho irá pegá-lo.

Estafeta ao quadro negro

Organiza-se duas filas de crianças. Elas devem escolher um número qualquer que será o resultado do cálculo que irão realizar (Por exemplo: 30). Dá-se o sinal de partida, então o primeiro jogador de cada fila deverá correr ao quadro e escrever dois números quaisquer, depois somá-los ou subtraí-los e voltar para a sua fila, entregar o giz ao segundo jogador e ir para traz do último jogador. O segundo jogador deverá correr ao quadro e também irá proceder da mesma forma, porém antes deverá verificar se o cálculo anteriormente feito pelo colega está certo, se não estiver deverá corrigi-lo e depois fazer o seu. Deverá proceder assim até ó último jogador. Este deverá somar ou subtrair de forma que consiga o resultado inicialmente proposto. Por exemplo: se o número combinado foi 30 e o último número restado foi 22 ele deverá somar com 8. Vence a fila que terminar primeiro.

Estátua

As crianças ficam em fila. Escolhe-se uma criança para começar a brincadeira. Esta criança começa a puxar as crianças perguntando antes de puxar: pimenta, pimentinha, pimentão ou sapatinho de algodão? Quem responder:
- Pimenta: é puxada normalmente e virar estátua.
- Pimentinha: é puxada devagar e virar estátua.
- Pimentão: é puxada com força e virar estátua.
Sapatinho de algodão: deve ser carregada no colo e ao ser colocada no chão virar estátua.
Após todos virarem estátua a líder diz: Entrei no jardim de flores, não sei qual escolherei, aquela que for mais bela, com ela me abraçarei. Então escolhe uma estátua para se abraçar. A escolhida deverá ser a próxima líder. Todos retornam à posição normal e recomeça a brincadeira.


Estátua 2

Faz-se uma roda e todos vão rodando de mãos dadas e cantando a seguinte canção:
“A casinha da vovó,
cercadinha de cipó,
o café tá demorando,
com certeza não tem pó!
Brasil! 2000!
Quem mexer saiu!”.
Todos ficam como estátua e não vale rir, nem se mexer, nem piscar, nem se coçar, quem será que vai ganhar?

Foguinho

Duas crianças segurando a corda começam a bater e falar:

Salada, saladinha
Bem temperadinha
Com sal, com pimenta
Fogo, foguinho.

Enquanto isso uma criança está pulando na corda. Ao pronunciar a palavra foguinho deverão girar a corda bem rápido. Quem conseguir pular mais rápido, sem esbarrar na corda será o vencedor.


Forca

Pode-se brincar no quadro-negro ou num papel. Uma criança pensa numa palavra e depois coloca a quantidade de traços correspondentes ao número de letras da palavra. Por exemplo: se a palavra escolhida for CADEIRA ela deverá fazer 7 traços. (fig. 1)
As crianças em ordem começarão a dizer as letras tentando acertar. A criança que está ao quadro deverá escrever em cima da linha as letras que forem ditas e que existirem na palavra (fig. 2). Se disserem uma letra que não existir na palavra, a criança ao quadro desenha a cabeça de um bonequinho. A cada erro irá colocando uma parte do corpo até ser enforcado (fig. 3), neste caso a criança deverá determinar uma prenda a ser paga. Quem acertar a última letra, irá para o quadro escrever uma nova palavra.
Fig. 1: _ _ _ _ _ _ _
Fig. 2: _ A _ _ _ _ A
Fig. 3:

Formando grupos

As crianças deverão ficar em roda girando e cantando. A professora irá bater palmas ou apitar e mostrar um cartão que deverá ter um número. Se o número for o 4 por exemplo, as crianças saem da roda e formam grupos de quatro e depois voltam para a roda, continua a brincadeira até não poder formar mais grupos. Quem ficar de fora sai da brincadeira.

Fotografias em colher

Dois jogadores combinam-se entre si. Um sai da sala e outro fica. O que fica pega uma colher e finge tirar a fotografia de alguém pondo a colher em frente ao rosto da pessoa por dois segundos. Chama-se então o que está do lado de fora da sala que, examinando a colher, diz o nome da pessoa que foi fotografada. Todos provavelmente ficarão admirados, mas isto não passa de um truque que consiste no seguinte: o que tirou a fotografia faz o mesmo gesto da pessoa que foi fotografada sem que a pessoa perceba, ou seja, se estiver com a mão no queixo este deverá ficar com a mão no queixo, se estiver com o lápis na boca, este deverá ficar com o lápis na boca, então o que estava do lado de fora compara a posição do companheiro com alguém da sala e aí diz o nome da pessoa fotografada.

Galinha gorda

Pode-se fazer na piscina certificando-se que todos sabem mergulhar e observando a idade da garotada. Todos estão dentro da piscina. Uma criança começa a falar e o grupo deve responder:

Jogador:- Galinha gorda!
Todos: - Gorda ela!
Jogador: - Vamos comê-la!
Todos: - Vamos a ela!"

E então o jogador joga o objeto (galinha gorda) em algum lugar da piscina. Todos mergulham em busca do objeto. Quem conseguir achar a galinha gorda será o vencedor e o próximo a lançar o objeto que representa a galinha gorda


Lenço Atrás

Os componentes deverão tirar a sorte para ver quem ficará com o lenço. Deverão sentar na roda com as pernas cruzadas. Quem estiver segurando o lenço corre ao redor da roda enquanto o grupo fala:

Corre, cutia
Na casa da tia
Corre, cipó
Na casa da avó
Lencinho na mão
Caiu no chão
Moço bonito
Do meu coração.

O dono do lenço então pergunta:

- Posso jogar?

E todos respondem:

- Pode!
Um, dois, três!
Deixa então o lenço cair atrás de alguém da roda. Este deverá perceber, pegar o lenço e correr atrás de quem jogou antes que este sente no seu lugar. Se conseguir pegar aquele que jogou ele será o próximo a jogar o lenço, se não conseguir quem jogou o lenço continuará segurando o lenço para jogar atrás de outra pessoa.

Mamãe, posso ir?

Uma criança é escolhida para ser a mãe que deverá estar de olhos vendados ou de costas, enquanto as outras serão as filhas. As crianças ficam em uma certa distância da mãe atrás de uma linha marcada com giz. A primeira da direita começa a falar: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos? Três de elefante. Este deverá dar três passos grandes em direção da mãe. A próxima criança pergunta: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos? – Dois de cabrito. Este deverá dar dois passos médios em direção da mãe. O próximo pergunta: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos. – Cinco de formiga. Este deverá dar cinco passos pequeninos em direção da mãe. Quem chegar primeiro na mamãe será a próxima mãe.

Palitinhos

Cada jogador deverá ter três palitinhos no máximo (pode-se partir um palito em três pedaços). Pode jogar colocando na mão todos 3, ou 2 ou apenas 1, ou com a mão vazia – zero ponto, o restante dos palitos ficam escondidos na outra mão. Para iniciar a brincadeira os jogadores expõem a mão fechada com os palitos dentro. Cada um deve tentar adivinhar a soma total de palitos que tem em todas as mãos juntando com a sua. Todos dizem um número. Depois abrem as mãos, soma-se a quantidade de palitos total para ver quem acertou. Recomeça a brincadeira.

Para tirar a sorte:

Uni, dúni, tê
Salame mingúe
Um sorvete colorê
Uni, dúni, te
Quem saiu fora foi você!

Passa anel

Sentados numa roda o grupo tira a sorte para ver quem vai passar o anel. Todos devem unir as palmas das mãos e erguê-las na sua frente. Quem ganhou na sorte deve segurar o anel entre as palmas das mãos e passar as suas mãos pelas mãos dos componentes do grupo deixando o anel nas mãos de alguém que ele escolher, mas deve continuar fazendo de conta que continua passando o anel até o último do grupo.
Ao final pergunta a um dos participantes onde está o anel? Se este acertar ele será o próximo a passar o anel. Se errar, quem recebeu o anel é que passará, começando novamente a brincadeira.

Peixinhos e tubarões

Separados em dois times, deverão formar o time dos peixinhos e dos tubarões. No momento em que tocar uma música baixinho, os peixinhos saem para passear. Quando tocar uma música alta, os tubarões saem para tentar pegar os peixinhos, que deverão voltar correndo. O peixinho que for pego vira tubarão.


Pula-pula corda

Duas crianças seguram a corda nas extremidades bem perto do chão. As outras crianças começam a saltar. À medida que saltam o nível da altura deverá ir subindo. Será o vencedor quem conseguir pular mais alto.


Senhor caçador

As crianças ficam em roda e uma delas será o caçador que deverá ficar com os olhos vendados. Todos os outros cantam:“Senhor caçador,preste bem atenção!Não vá se enganar,Quando o galo cantar!Canta, galo!”Uma das crianças imita a voz do galo e o caçador deverá adivinhar quem é. Se não descobrir pagará uma prenda que o galo dirá qual é.


Serra, Serra, Serrador

Brinca duas crianças, uma de frente para outra, de pé, dando-se as mãos. Começam a balançar de trás para frente, indo e vindo e cantando: - Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou? Uma diz um número, por exemplo, quatro. Elas então deverão dar quatro giros com os braços sem soltarem as mãos.

Seu lobo

Escolhe-se uma criança para ser o lobo que deverá se esconder perto. As outras crianças deverão ir até onde o lobo está escondido e então cantam: vamos passear na floresta enquanto seu lobo não vem, seu lobo está? Então o lobo responder: estou tomando banho. As crianças dão outra volta cantando novamente até chegar perto da casa: vamos passear na floresta enquanto seu lobo não vem, seu lobo está? O lobo responde outra coisa: estou botando meu sapato e assim por diante cada vez o lobo dirá algo diferente que está fazendo, até quando estiver pronto. O lobo então sai sem falar nada atrás das crianças. A que ele conseguir agarrar será o próximo lobo.

Subi na Roseira

Duas crianças batem a corda e outras duas começam a pular e vão falando uma para outra:

Ai, ai...
O que você tem?
Saudades.
De quem?
Do cravo, da rosa e de mais ninguém.
Subi na roseira,
desci pelo galho,
fulano (fala um nome) me acuda,
senão eu caio.

Sai quem recitou e entra quem foi chamado


Tico-tico fuzilado

Cada crianças deverá ter uma latinha. De um lado ficam as crianças e do outro as latinhas. Cada criança deverá jogar a bola, que poderá ser de meia ou de tênis, nas latinhas tentando acertar. Se a sua latinha for atingida você deverá correr para pegá-la antes que joguem a bola novamente. Se não conseguir será fuzilado, ou seja, deverá ficar de pé e escolher uma parte do seu corpo para que o colega acerte o local indicado. Se for fuzilado três vezes sai da brincadeira.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

PROJETO PEDAGÓGICO CONSCIÊNCIA NEGRA "EDUCAÇÃO NÃO TEM COR"













INICIAMOS AGORA EM NOVEMBRO O PROJETO CONSCIÊNCIA NEGRA" ESCOLHEMOS TRABALHAR COM OS LIVROS "A BONEQUINHA PRETA" DE ALAIDE LISBOA DE OLIVEIRA E “MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA” DE ANA MARIA MACHADO OU "O MENINO MARRON" DE ZIRALDO, QUE TAMBÉM É EXCELENTE.


OS LIVROS "PRETINHO, MEU BONECO QUERIDO" E "AS TRANÇAS DE BINTOU" TAMBÉM SÃO EXCELENTES ESCOLHAS!

ALGUMAS SUGESTÕES QDIVERTIDO.COM.BR/com adaptações


· Leve os livros e uma bonequinha preta (feita de pano) para a sala de aula, mas prepare todo o ambiente para que os alunos fiquem curiosos para saber do que se trata.· Decore uma caixa com papéis coloridos e fitas, será uma caixa surpresa e dentro coloque o livro e a bonequinha. Espalhe pela sala, cartazes pequenos com desenhos que possam levar as crianças a fazerem perguntas, desenhe por exemplo: A roupinha da boneca, o sapatinho, um gatinho, etc... ·

Ao abrir a caixa, mostre primeiro a boneca. Explique que ela é uma visita e que ficará alguns dias na sala. Arrume um lugar pra ela se sentar! Deixe que os alunos peguem a boneca, faça esta atividade em rodinha, todos sentados no chão da sala mesmo. Vão surgir algumas perguntas e você deverá respondê-las, anote-as, faça um registro de tudo o que está ocorrendo nesta atividade.

Se possível fotografe todas as atividades. · Durante toda a semana trabalhe com o livro, mostre a capa, explore-a bem, fale sobre a autora: Alaíde Lisboa de Oliveira. Se possível, mostre aos alunos uma foto dela. Ao iniciar o conto, leia com voz suave, sem pressa, os alunos quando gostam de uma história sempre pedem para ouvir novamente, isso é ótimo!

Não leia o livro todo em um único dia, vá deixando as crianças com vontade de "quero mais!" ·

Ao final da história procure saber deles o que mais gostaram, o que não gostaram, se mudariam algo na história, o que aprenderam com ela, você pode começar a trabalhar algumas questões a partir daí, como os nossos valores, o amor, o egoísmo, a questão de sermos diferentes com relação a cor, mas que somos todos iguais perante Deus, trabalhe o respeito ao próximo, a amizade, etc...

Sugestões de Atividades:

* Fazer um mural para apresentação do projeto
*Cartaz das raças brasileiras com colagem
* Fazer com os alunos um mural com desenhos da bonequinha preta ou da menina bonita do laço de fita.

* Montar um quebra cabeça da bonequinha, fazer colagens, dobraduras, pintura a dedo, modelagem, alinhavo...


* Fazer uma bonequinha de pano para cada um e deixar que façam vistam a roupinha nela.

* Fazer um livrão de reconto, As crianças fazem o reconto você anota e elas desenham as cenas.
*DIA DA BONECA PRETA NA ESCOLA (todas as meninas deverão levar uma bonequinha preta para brincar na escola).

*Historinha com fantoches: A FAMÍLIA NEGRA
* Aniversário da Bonequinha Preta. Faça convites, decore a sala com balões.


Neste dia, leve um bolo, docinhos, salgados e sucos, enfeite a mesa...As crianças amam esta festa, lembre-se se fotografar e não esqueça de colocar a bonequinha sentada a mesa também... *Montar uma exposição com todos os trabalhos desenvolvidos durante este projeto, montar um painel com as fotos mostrando que todo o trabalho foi feito com muito carinho e teve início, meio e fim. Faça um livro de visitas, faça uma lembrancinhas para os visitantes(Pirulito embrulhado com aqueles papéis de bala de franginha, de cor preta,e coloque uma fitinha vermelha, formando o cabelinho dela,faça olhinhos e boca)


ARTES: ARTES: CÂNDIDO PORTINARI

OBRAS: MENINA SENTADA OU MENINA DE TRANÇAS





APRESENTAR A OBRA
1. Observar com os alunos o fundo e a figura dentro da obra. O fundo sugere que o artista quis mostrar uma cena diurna ou noturna? O que sugere a figura da menina na obra? Qual o sentimento que a expressão da menina transmite?
2.Pedir que os alunos descrevam os tons que o artista usou para representar A FIGURA . Há outras cores diferentes?
3. Observar a posição da assinatura no quadro. Com que finalidade o artista assina o quadro?


Sugestões:
1. Dividir a turma em pares. Explicar que eles irão brincar de "pintor e modelo". Pedir que escolham qual o personagem que querem desempenhar e em seguida peça que os que decidiram ser os modelos coloquem-se em pose e os que decidiram ser os pintores, peguem seus materiais, observem bem seus modelos e comecem a desenhar ou pintar, de acordo com a sua própria interpretação. Marcar o tempo que achar necessário para a atividade e quando o tempo estiver esgotado, pedir que os "pintores" venham em frente da turma para apresentarem os seus trabalhos. Estimular os alunos a descrever e comentar os trabalhos em geral.
2. Mostrar o quadro , pedir que observem a figura da menina e em seguida desenhem sobre o que viram. Estabelecer um tempo para concluírem a atividade e apresentarem oralmente.


* Desfile para valorizar a menina e o menino negro
* Apresentação de um grupo de capoeira


Obs. Alguns cuidados são necessários para o professor:
Lembrar a importância que o negro teve e tem na formação do povo brasileiro e também o seu legado cultural para a sociedade. Pois o simples trabalho na sala de aula, se não for bem desenvolvido e com certos cuidados, pode folclorizar a figura do negro.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

OBA!!!!! GANHEI DA AMIGA ZEZINHA1


*O seu blog contribui com a educação do nosso pais?
*Você se preocupa em passar ideias criativas e aproveita
as boas ideias dos(as) colegas blogueiros(as),dando o devido crédito?
*Você deixa comentários nos blogs que você visita e gosta?
*Você retribui e agradece as visitas e elogios que deixam no seu blog?
*Se sua resposta for sim para essas perguntas, então...
O SEU BLOG VALE OURO!!!!!
ESTE SELINHO É SEU!!!!!!!!

domingo, 1 de novembro de 2009

RECONTO ATRAVÉS DE DESENHO!


A GALINHA DO BARTOLOMEU!

SONDAGEM DE ESCRITA

MINHA ALUNA MILENA EM FEVEREIRO E DEPOIS A SONDAGEM COM AS MESMAS PALAVRAS, EM JUNHO.


Para iniciar o trabalho de alfabetização, o professor precisa saber quais são os conhecimentos que a criança tem, naquele momento, sobre o processo de construção da leitura e da escrita. Essa verificação e feita através de uma sondagem, que vai mostrar ao professor em que hipótese da escrita a criança encontra-se.
Desta forma, ele poderá fazer intervenções adequadas, oferecendo atividades que possibilitem o avanço da criança neste processo. E importante que esta sondagem aconteça com tempos espaçados, pelo menos três vezes ao longo de um ano: uma no inicio, outra no meio e uma no final do ano. O processo de apropriação do sistema de escrita não e estático e pode apresentar mudanças de um dia para o outro, ou levar muito tempo para que a criança estabilize um novo saber.
E preciso respeitar o momento de aprendizagem que e individual. Estas sondagens devem ser datadas e guardadas para que o professor tenha o histórico do processo do desenvolvimento da criança.
Como fazer uma sondagem da escrita?
A sondagem deve ser feita individualmente, não necessariamente, com todas as crianças no mesmo dia. Não deve gerar expectativas na criança e ela deve sentir-se segura e tranqüila para realizá-la. O professor dita uma lista de palavras do mesmo campo semântico, partindo de um polissílabo e terminando com um monossílabo.
Depois uma frase, que deve conter ao menos uma palavra da lista, para que se observe a conservação e estabilidade na escrita.
Veja o exemplo:
FESTA:
1-REFRIGERANTE
2-DOCINHO
3-BOLO
4-PÃO
5 -O BOLO É DE CHOCOLATE.
E fundamental que, após a escrita de cada palavra, a criança leia para o professor o que escreveu, apontando o que esta lendo. E nesta leitura que o professor ira verificar que associações entre leitura e escrita a criança esta fazendo, e, portanto, em que momento do processo se encontra. E preciso que o professor faca o registro de como foi feita esta leitura, se letra a letra, se palavra por palavra ou de forma global: apontando a palavra como um todo.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009


VALE A PENA LER PARA AS CRIANÇAS.

O livro "Contos da Rua Brocá", de Pierre Gripari é uma ótima idéia para quem gosta de ler para os alunos, a cada dia uma nova história. As histórias do livro são super divertidas. A Bruxa do Armário de Limpeza, A Fada da Torneira, O Par de Sapatos, O Gigante das Meias Vermelhas, A Casa do Tio Pedro. São contos muito legais escritos pelo autor que às vezes é o próprio personagem da história. O engraçado é que tudo acontece no mesmo lugar. A minha história predileta foi a A Bruxa do Armário de Limpeza, que fala de um homem chamado Pierre (autor do livro), que compra uma casa muito barata que tinha uma sala, uma cozinha e um armário. Dentro do armário mora uma bruxa que pede para ele fazer três pedidos. Os peixes mágicos de seu melhor amigo Bachir ajudaram na escolha dos pedidos. Vale à pena ler esse livro.

PARABÉNS PROFESSOR/PROFESSORA!

PARABÉNS a você professor...Que faz os alunos perceberem que são capazes não apenas de sonharem, mas de realizarem seus sonhos!

PARABÉNS! VOCÊ É PROFESSOR!

domingo, 11 de outubro de 2009

HISTÓRIA - A LEBRE VAIDOSA

A Lebre Vaidosa…

2. Como acontecia todos os dias, a Lebre Vaidosa saiu de casa para o seu passeio da manhã.

3. Pouco caminho andado encontrou, com grande espanto, um lindo anel no chão.

4. A lebre ficou radiante e, a correr, dirigiu-se à casa de penhores a fim de vender o anel.

5. Do outro lado da rua ficava uma loja de modas onde comprou um belo vestido, uns sapatos, uma carteira, um chapéu e um par de luvas.

6. Muito vaidosa, voltou para casa, convencida de que agora não lhe faltariam pretendentes e faria um rico casamento.

7. Assim que chegou a casa foi admirar-se ao espelho.

8. Pouco depois, pôs-se à janela, ansiosa por que os seus admiradores se apresentassem; então escolheria de entre todos aquele que melhor satisfizesse as suas exigências.

9. Uns após outros, foram aparecendo os pretendentes. Os primeiros foram, o Porquinho Gorducho e o rato Pimpão.

10. Depois o Urso, o Esquilo e o Gato; todos tocaram e cantaram lindas baladas mas não conseguiram convencer a Lebre Vaidosa.

11. Até que, certa noite, chegou o Lobo Pancrácio, o qual, muito romântico e apaixonado, cantou a mais bela das serenatas. A Lebre ficou encantada e logo lhe prometeu casamento.

12. Aceitou convite para um passeio ao campo e assim se pôs a caminho sem pensar no perigo que corria, pois o lobo era um apreciador de lebre à sua mesa.

13. Entretanto o Coelho Valentão viu-os passar e, reconhecendo o Lobo Pancrácio, ficou desconfiado e resolveu espiar

14. Porém, nada de estranho se passou e a Lebre Vaidosa regressou a casa.

15. No dia seguinte os noivos voltaram ao campo. Como se fazia tarde e o Lobo Pancrácio começava a dar sinais de irritação, a Lebre Vaidosa percebeu o fim que a esperava.

16. Então quis fugir mas o Lobo estava alerta e se não fosse a ajuda decidida do Coelho Valentão, ela nunca se poderia ter salvo.

17. Afastaram-se os dois para bem longe e, poucos dias depois, resolveram casar-se.

18. A lebre Vaidosa compreendera enfim que as serenatas e a vaidade não faziam a sua felicidade mas sim o amor do Coelho Valentão com quem viveu muito contente e feliz para sempre.

HISTORINHA PARA CONTO COM FANTOCHES

O COELHINHO BRANCO

Narrador – Era uma vez um coelhinho branco que foi à horta buscar couves para fazer um caldinho.
Então a Cabra Cabrês aproveitou a ausência do Coelhinho Branco e meteu-se na sua casa.

Cabra – Quem é?

Coelhinho – Sou eu, o Coelhinho Branco!... Só fui à horta buscar couves para fazer um caldinho!

Cabra – E eu sou a Cabra Cabrês que te salta em cima e te faz em três!

Narrador – Assustado, o coelhinho foi embora muito triste. Pelo caminho encontrou uma vaca.

Vaca – Que tens tu, Coelhinho Branco? Porque vens tão triste?

Coelhinho – Eu fui à horta buscar couves para fazer um caldinho e quando cheguei a casa estava lá a Cabrês que me salta em cima e me faz em três!

Vaca – Mu …..Mu ….Mu … Eu não vou lá que tenho medo!

Narrador – Daí a pouco o Coelhinho encontrou um burro.

Burro - Que tens tu, Coelhinho Branco? Porque vens tão triste?

Coelhinho - Eu fui à horta buscar couves para fazer um caldinho e quando cheguei a casa estava lá a Cabrês que me salta em cima e me faz em três!

Burro – Hon… Hon… Hon… Eu não vou lá que tenho medo.

Narrador – Nisto, surge um cão junto do coelhinho.

Cão - Que tens tu, Coelhinho Branco? Porque vens tão triste?

Coelhinho - Eu fui à horta buscar couves para fazer um caldinho e quando cheguei a casa estava lá a Cabrês que me salta em cima e me faz em três!

Cão – Ão...Ão…Ão… Eu não vou lá que tenho medo.

Narrador – Passou, daí a pouco tempo, um gato e ao ver o coelhinho perguntou:

Gato - Que tens tu, Coelhinho Branco? Porque vens tão triste?

Coelhinho – Eu fui à horta buscar couves para fazer um caldinho e quando cheguei a casa estava lá a Cabrês que me salta em cima e me faz em três!

Gato – Miau…Miau…Miau… Eu não vou lá que tenho medo.

Narrador – O Coelhinho Branco já estava muito desanimado, quando surgiu na sua frente uma formiguinha.

Formiguinha – Que tens tu, Coelhinho Branco? Porque vens tão triste?

Coelhinho – Eu fui à horta buscar couves para fazer um caldinho e quando cheguei a casa estava lá a Cabrês que me salta em cima e me faz em três!

Formiguinha – Anda comigo.

Narrador – Batem à porta.
Truz…Truz…Truz…!

Cabra – Quem é?

Coelhinho – Sou eu, o Coelhinho Branco! Eu só fui à horta buscar couves para fazer um caldinho e …

Cabra – E eu sou a Cabra Cabrês que te salta em cima e te faz em três!...

Formiga – Pois eu sou a Formiga Rabiga que te salta em cima e te fura a barriga.

Cabra – Ai…Ai…Ai…

Narrador – A Cabra foi a berrar pelo campo fora e o Coelhinho Branco voltou feliz para a sua casinha e fez um delicioso caldinho de couve para sua amiga Formiga Rabiga.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

DESENHANDO A VOVÓ!





































PROJETO/ VOVÓ TAMBÉM TEM HISTÓRIAS PARA CONTAR!

O Desenvolvimento da Criatividade e da Percepção Visual
Fernanda de Morais Machado


Os desenhos infantis contêm uma originalidade e um frescor de concepção que é a própria essência da infância. As crianças menores,
principalmente, expressam suas idéias, pensamentos e emoções com uma espontaneidade invejada por muitos artistas. O desenho das crianças é feito de maneira mais inconsciente, sem a preocupação do que os observadores irão pensar. A criança desenha por puro prazer. Até certa idade, ela não é limitada pelas barreiras exteriores que nos são impostas, as cobranças da família ou da sociedade. O que vale é a pura expressão pessoal. Daí os desenhos serem mais criativos. O que torna a arte expressiva é a manifestação do "eu", e suas reações subjetivas ao meio.
De acordo com os autores Lowenfeld e Brittain, no livro "O Desenvolvimento da Capacidade Criadora", o desenho infantil passa por algumas fases de desenvolvimento. Por volta dos dois anos de idade já são feitos os primeiros rabiscos. A criança está livre das influências externas. Suas garatujas são realizadas pelo puro prazer cinestésico, pela possibilidade de poder registrar os movimentos. Aos poucos as linhas vão ficando mais controladas, conforme a criança adquire um controle visual sobre elas. O pensamento deixa de ser cinestésico para ser imaginativo quando a criança relacionar as garatujas a elementos do seu meio. Essas são as primeiras manifestações de suas experiências sensoriais, e é o desenvolvimento da base para a retenção visual.
A partir dos quatro anos, surgem as primeiras experiências representativas. Ainda que sejam ligadas às garatujas, não impedem a identificação dos elementos que estão sendo representados. Nessa fase, o desenho é a oportunidade da criança organizar suas experiências, convertendo o pensamento em forma concreta. O importante não é o aspecto externo dos desenhos, mas o processo total de criação. Não se deve estabelecer técnicas e padrões.

HORA DO RECONTO / TEATRO NA SALA


A HISTÓRIA DA DONA BARATINHA!
NA HISTÓRIA DA DONA BARATINHA , NÃO TEM SAPO, COMO TODOS SABEM! MAS, NÃO É QUE APARECEU UM SAPO QUE QUERIA SE CASAR COM DONA BARATINHA? O JEITO FOI DEIXAR O SAPO TENTAR TENTAR A SORTE. LÓGICO QUE A DONA BARATINHA ESPEROU PACIENTEMENTE PELO DON RATÃO.


É INCRÍVEL VER O QUE ESSES PEQUENINOS DE 3 ANOS SABEM FAZER!


FOI UM LINDO CASAMENTO!

Sugestão de atividades – Educação Infantil – 0 a 3 anos

FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL
1. Rodinha (relatos cotidianos);
2. Faz-de-conta com a utilização de fantoches, dedoches e etc.
3. Brincadeiras de casinha, de dar comidinha, banho, etc.
4. Brincadeira com telefones de brinquedos;
5. Brincadeiras livres com os demais alunos do grupo.
1. Atividade com espelho (crianças fazendo caretas e se reconhecendo);
2. Relaxamento (músicas, massagens, observando ruídos externos e os próprios
ruídos);
3. Caixa de reconhecimento (colocam variados objetos dentro de uma caixa e através do tato sem olhar a criança tenta adivinhar o objeto, em seguida, falar sobre suas sensações);
4. Alongamento;
5. Massagem.
1. Brincadeira em dupla: um aluno com os olhos vendados apalpa o colega de vendo reconhecer a parte que está apalpando;
2. Andar ao mesmo ritmo do colega trabalhando o respeito mútuo;
3. Atividade do trenzinho: Os demais alunos do trem imitam os movimentos da criança a frente da locomotiva;
4. Ajudar o colega em determinados exercícios físicos com o auxílio da
professora;
5. Atividade da linha: Os alunos enfileirados em um traçado oval riscado no chão tocar a parte do corpo solicitado pela educadora.
1. Estímulos através de contos;
1. Ajudar a arrumar a sala, sendo responsáveis por guardar seus pertences;
2. Trocar sua própria roupa com o auxílio de um adulto;
3. Ajudar a distribuir às atividades para os demais alunos;
4. Arrumar os brinquedos depois de usá-los;
1. Atividades com massa de modelar fazendo diversas explorações;
2. Brinquedos de encaixe;
3. Brincadeiras com materiais de sucatas (frascos e garrafas plásticas, caixas, rolos e etc.). Podemos explorar: abrir e fechar, empilhar, enfileirar e elaborar diversos objetos;
4. Quebra-cabeça para trabalhar concentração, raciocínio, coordenação motora e etc.
5. Revistas ou encartes: amassar, rasgar, fazer bolinhas, cortar em tiras, etc.
1. Atividades com balde e bola: esconder a bola sob um balde para criança localizar. Aprende que as coisas existem apesar de não as ver;
2. A criança esconde um objeto para as outras crianças do grupo encontrar;
3. Atividade de imitações de animais e de representar diversas emoções (tristeza, alegria, zangado, etc.)
4. Reproduzir diversos sons;
5. Brincadeira de esconde-esconde: uma criança conta e as outras se escondem.
1. Brincadeiras livres;
2. Socialização de diversos brinquedos ( sucatas, encaixes, bonecas, carros, etc.)
4. Andar sem fazer barulho;
5. Passar e dar passagem.
1. Lavar e secar as mãos controlando o uso do sabão;
2. Saber quando está sujo ou limpo, trabalhar esses valores na rodinha;
3. Ensinar a lavar as mãos sempre que for ao banheiro;
1. Estimular as falas e indagações das crianças através de conversas;
2. Através de historinhas estimular as crianças a expressar desconforto à presença de fezes e urina.
1. Tirar a fralda das crianças e levá-las ao banheiro em um mesmo intervalo de tempo;
2. Estimular as crianças a pedir para ir ao banheiro.
3. Trabalhar com os alunos a fim de que peguem o alimento sem deixar cair antes de levá-lo à boca;
4. Mastigar e deglutir bem os alimentos;


CONHECIMENTO DE MUNDO
Movimento
EXPRESSIVIDADE
1. O jogo do macaco: os alunos se colocam em filas a partir de quatro
componentes. O que fica na frente executa movimentos variados, deslocando-se pelo ambiente. Os que os seguem tentam imitá-lo;
2. O espelho: em duplas. Uma toma a iniciativa e adota posturas diferentes que o outro tem reproduzir;
3. A educadora brinca de fazer de conta que está dormindo, chorando ou comendo e a criança tenta imitá-la;
4. A educadora de frente para os alunos faz movimentos simples para as
crianças imitarem como: levantar os braços, a cabeça para baixo e para cima, levantar e abaixar;
5. Imitar algumas expressões faciais feitas pela educadora.
1. Brincadeiras que envolvem o canto e o movimento;
2. Atrair a atenção da criança para o objeto que produz sons: chocalho, melodia do brinquedo musical pendurado no berço;
3. Dirigir a curiosidade das crianças para os diversos objetos sonoros que existem ao seu redor e que usa frequentemente: a água da torneira, o prato e a colher etc.
4. Escutar sons do ambiente onde a criança está inserida: telefone, campainha, passos, vozes de crianças, de adultos, canto de pássaros, latido de cachorro, etc.
1. Brincar de mestre mandou, realizando ações simples como: pular, dançar, pôr a mão na cabeça, etc.
2. Dramatizar, sem falar, temas como: despedida ( acenar, mandar beijos); etc.
3. Realizar jogos cênicos e dramáticos ao espelho, como é ficar zangado, alegre, etc.
4. Participar em jogos cantados e em cantigas de rodas acompanhados de gestos próprios;
5. Fazer caretas, imitar animais com seus sons próprios.
1. Contornar o corpo de cada criança no papel pardo, com o nome de cada uma escrito e quantos anos tem;
2. Pedir que as crianças passeiem pelos contornos identificando as semelhanças e as diferenças;
3. Colocar ao centro da sala fios de lã de cores semelhantes às dos cabelos das crianças. Cada criança deverá identificar a cor da lã que mais parece com o seu cabelo. Depois vão colar os cabelos nos contornos do corpo feitos na atividade anterior;
4. Trabalhar com gravuras e objetos para explorar simetrias proporcionalidades por exemplo: Estes óculos servem para este boneco? E no seu rosto? Etc;
5. Criar uma atividade, para qual às crianças devam trocar de roupa (explora cada roupa para cada parte do corpo.
EQUILIBRIO E COORDENAÇÃO
1. Ajudar a professora a prender suas atividades;
2. Amassar papel utilizando as pontas dos dedos;
3. Trabalhar com pinça;
4. Separar objetos com a mesma cor utilizando os dedos.
1. Pedir que os alunos na hora do relaxamento sentem um de costa para o outro, em duplas, para se apoiarem;
2. Trabalhar com os alunos a sentarem com as pernas cruzadas;
3. Pedir que os alunos sentem com as costas encostadas na parede para trabalhar postura;
4. Ensinar aos alunos a sentarem na cadeira de maneira correta.
1. Deitar os alunos de frente observando algo pendurado no teto;
2. Colocar o aluno de bruço com algum objeto a sua frente que chame a sua atenção;
3. Com um rolo do lado apoiando as costas colocar a criança de lado.
1. Manter-se de mãos dadas com a professora ou colegas;
2. Manter-se em pé apoiado em uma cadeira.
1. Fazer percursos, contornar obstáculos;
2. Brincadeiras com bolas ou objetos que rolem;
3. Empurrar carrinhos e objetos.
1. Brincadeiras como: pró posso ir, imitando os bichos e demais movimentos de acordo com os comandos dados pela educadora;
2. Atividades com cordas e fitas: andar por cima, saltá-las de várias maneiras ( sobre o chão, balançando-se, girando), fazer chicote, fazer espirais, fazer cobras, lançá-las no ar;
3. Enrolá-las em uma parte do corpo;
4. Saltar várias cordas ao mesmo tempo;
5. Pisar a corda que o colega arrasta.
1. Encher e esvaziar cestas ou sacos com os mais diversos objetos;
2. Transportar líquido de um recipiente para o outro utilizando buchas;
3. Transportar tampinhas de garrafas de um recipiente para o outro,
observando as cores;
4. Versar líquidos de uma jarra para um copo até a marca contida no mesmo;
5. Transportar contas com o auxílio de uma pinça.
1. Atividades com aros: passar de um ao outro fazendo-o rodar;
2. Atividade com balões: segurar entre duas crianças sem utilizar as mãos;
3. Atividade com boliche;
4. Brincadeira lá vai à bola, fazendo uma roda, cantando uma música e
passando a bola;
5. Brincadeira de esconde-esconde com o grupo.
1. Puxar objetos pelo cordão ou corda;
2. Marchar ao ritmo de músicas, palmas e ao comando da educadora;
3. Andar sobre tábuas para trabalhar o equilíbrio;
4. Enrolar e desenrolar tapetes;
5. Empurrar caixas cheias e vazias de tamanhos variados.
1. Atividade de empilhar cubos, cadeiras, latas vazias, etc;
2. Fazer torres;
3. Empilhar objetos de acordo com o tamanho.
1. Jogos de lançamento de argolas;
2. Brincar com os materiais no cantinho da construção;
3. Brincar com jogos como cubos de plástico ou de madeira para encaixe;
4. Boliche;
5. Quebra-cabeça simples.



Música
FAZER MUSICAL

1. Atividade com caixa: A educadora pode trabalhar a intensidade do som (forte/fraco) andando ou correndo, pisando forte ou fraco de acordo com o batuque da caixa;
2. Potes de iogurte ou danoninho e bolinhas de papel imitando um chocalho para trabalhar a duração do som (curto/longo);
3. Trabalhar com garrafa plástica imitando o som de um reco-reco;
4. O educador depois de ter trabalhado, separadamente, as construções dos instrumentos pode formar uma bandinha com as crianças;
5. Fazer uma comparação do som dos instrumentos instrumentais feitos com materiais recicláveis com o som dos instrumentos originais;
6. Trabalhar com a bandinha;
7. Fazer ruídos e sons com: pano, semente e plástico.
1. Fazer com que as crianças repitam sons generalizados, produzidos pelo próprio corpo e instrumentais;
2. Dançar ao ritmo das músicas, sozinhos em dupla, trio, ou pequenos grupos;
3. Ouvir músicas variadas, com ritmos variados; brincar de dança das cadeiras com diferentes ritmos;
4. Trabalhar com o corpo a partir de ritmos associados a melodias;
5. Brincar de completar a música cantada pela educadora.
APRECIAÇÃO MUSICAL
1. A educadora canta melodias curtas, cantigas de ninar, encantados com o que ouvem os bebês tentam imitar e responder com balbucio;
2. Trabalhar com músicas de rodas e cirandas;
3. Atividades com musicas que utilizam instrumentos de percussão como chocalhos, tambores, etc;
4. Trabalhar com músicas instrumentais especialmente na hora do relaxamento;
5. Músicas educativas.
1. Trabalhar com as crianças a observação de batimentos rítmicos corporais (palmas, batidas nas pernas, pés, etc.);
2. Escutar com atenção e diferenciar os diversos toques de um telefone;
3. Atividade com bacia e água: encher uma bacia com água. A educadora com as mãos, irá produzir alguns sons fazendo a diferença com o som produzido por uma água correndo;
4. Em um dia de chuva convidar os alunos a escutar o som produzido pela água da chuva no solo;
5. Atividade com papeis de revistas, encartes, etc: Pedir aos alunos para sacudir os papéis para ouvirem os sons produzidos.
1. Bater palmas marcando o tempo, seguindo a música, ao sinal da educadora parar de bater palmas e cantar;
2. Brincadeira de roda;
3. Brincadeira da Estátua;
4. Fazer teatrinho utilizando a música como tema de acordo com a área de conhecimento a ser explorada;
5. Brincadeira da cadeira.

Artes Visuais
O FAZER ARTÍSTICO

1. Atividades que podem ser realizadas com argila, papel, massa de modelar, etc.
2. Fazer bolas amassá-las, furá-las, pressionar com os dedos indicadores e polegar, de dentro para fora, através de um oco central;
3. Fazer rolos independentes e criar uma forma;
4. Sobrepor fileiras de rolos em círculos;
5. Fazer cilindros, construir figuras livres

1. Produzir tintas naturais, utilizando: carvão de churrasco, beterraba, terra vermelha, etc.
2. Utilizar batons vermelhos. Maquiagens, gravuras ou vídeos de índios e povos que pintam o próprio corpo;
3. Convidar as crianças a observar as cores embutidas na natureza: o verde da folha, cor do céu , da terra, vegetais, etc.

1. Andar na areia fofa;
2. Atividade com tinta e papel: pintar os pés das crianças e solicitar que pisem em uma folha em branco para fazer a impressão;
3. Pedir para as crianças se pintarem usando diferentes tipos de tintas
produzidas por eles;
4. Fazer a impressão digital dos dedos utilizando tintas diversas;
5. Impressão da mão pintada com tinta de pintura a dedo em diferentes
posições, com os dedos abertos ou fechados.

1. Atividades de pintura com pincel, rolo ou esponja;
2. Impressões com diferentes elementos: madeira, folhas, pés, mãos, objetos;
3. Fazer respingos e pulverizações na parede (utilizando embalagens de perfume plásticas que tenham pulverizador);
4. Atividade livre com carvão;
5. Espalhar tinta sobre a mesa e com os dedos, os alunos irão desenhar
livremente, depois colocar o papel ofício em cima do desenho feito.

OBS. Estas habilidades podem ser trabalhadas diariamente na sala de aula alertando os alunos para os cuidados acima na hora da realização das atividades propostas.
APRECIAÇÃO EM ARTES VISUAIS

1. Leitura de imagens;
2. Leitura de obras de artes a partir da observação;
3. Atividades de apreciação de artes visuais e estabelecimento de correlação com as experiências pessoais;

1. Interagir com atividade de colagem com gravuras ou fotografias;
2. Interagir com atividade buchada;
3. Interagir com atividade de carvão.

2. Produzir murais em conjunto;
3. Troca de desenhos entre os alunos para observação.
Linguagem Oral e Escrita

1. Roda interativa;
2. Observar uma gravura apresentada e falar sobre ela,
3. Relato do final de semana – socialização na rodinha;

1. Dramatização simples;
2. Faz-de-conta;
3. Conversas na rodinha;

1. Jogos de associação;
2. Adivinhas;
3. Narração de contos;
4. Leitura freqüente, pelo professor, de vários tipos de texto.

1. Atividades utilizando receitas, por exemplo: receita de bolo;
2. Contos;
3. Atividades com listas, ex: lista de compras;
4. Jornalzinho do dia (pode ser feito com gravuras ou desenhos), expor a atividade na sala.

1. Distribuição de material para os colegas;
2. Atividade no cantinho da leitura;
3. A hora do conto e reconto;
4. Procurar gravuras de acordo com o tema trabalhado em sala para fazer colagem.

1. Escrever o nome das crianças com letras bastonadas, em tamanho, forma e cor e espalhar pela sala;
2. Desafiar a criança a encontrar seu próprio nome em fichas espalhadas pela sala;
3. Trabalhar com a ficha do nome.
Natureza e Sociedade

1. Brincadeira de roda;
2. Atividades no cantinho da história;
3. Utilizar fantoches e músicas relacionadas às tradições culturais;
4. Teatro.

2. Trabalhar o uso correto da água;
3. Trabalhar com as crianças o tom de voz para termos um ambiente mais harmonioso.

2. Relato de convivência com bichos de estimação;
3. Quebra-cabeças com figuras de animais e plantas;
4. Terrário.

1. Auto-retrato;
2. Trabalhar com relaxamento: Pedir que os educandos prestem atenção
aos ruídos produzidos pelo próprio corpo;
3. Ginástica: professor de frente para os alunos faz movimentos simples
com o corpo como: esticar os braços como quisesse pegar no teto, imitar
uma bicicleta com os pés, etc.
4. Saltar entre várias linhas paralelas desenhadas no chão.
Matemática

1. Atividade: em uma caixa colocar objetos e apresentar fichas com o numeral para a criança buscar na caixa o número de objetos correspondente à ficha;
2. Usar o telefone de brinquedo;
3. Que horas são? Atividade com relógio de brinquedo que possibilita o contato da criança com o numeral de forma bem natural;
4. Associar o número à quantidade: de colegas, de meninos, de meninas, de dedos, etc.;
5. Utilizar o calendário da sala para fazer a contagem de quantos dias faltam para acontecer um evento.

1. Atividades de enfileirar objetos;
2. Atividades de construção de torres e pontes;
3. Atividades de transpor obstáculos;4. Circuito – atividade de percurso de acordo com a turma- obstáculos para
subir, descer, pular, rolar.

domingo, 4 de outubro de 2009

ESTA ROTINA FOI ADAPTADA DA CRECHE ESCOLA MAR E MAR

ROTINA PEDAGÓGICA/BERÇÁRIO I
SEGUNDA-FEIRA
Rodinha
· Chamadinha
· Cantigas
· Historinha com livro de pano para bebês (à escolha). Após o conto o momento do manuseio dos alunos.
· Brincar de esconde-esconde com lençol/ Espelho, para observação da expressão facial.
TERÇA-FEIRA
Rodinha
· Chamadinha
· Cantigas
· Historinha com fantoches (à escolha)
· Brincar de rolar e virar cambalhota no colchonete, correr, pular.
QUARTA-FEIRA
Rodinha
· Chamadinha
· Ouvir músicas em CD (dançar com as crianças)
· Brincar de jogar bolas
QUINTA-FEIRA
Rodinha
· Chamadinha
· Cantigas
· Ver vídeo (à escolha)
· Pintar no azulejo da parede da sala, cartolina ou outro suporte com brochinhas, pincel, dedinhos, rolinhos, escova de dente, etc.
SEXTA-FEIRA
Rodinha
· Chamadinha
· Cantigas
· Historinha com dedoches (à escolha)
· Brincar de montar blocos coloridos, ou outros brinquedos.

domingo, 27 de setembro de 2009


CHAMADINHA DOS PEQUENOS!

EM NOSSA ROTINA DIÁRIA, NA EDUCAÇÃO INFANTIL , PRECISAMOS TER O PRIMEIRO ESPAÇO DE TEMPO PARA A CHAMADINHA.


PARA ISSO ACONTECER TAMBÉM PARA OS BEM PEQUENININHOS COMO O BERÇÁRIO, É NECESSÁRIO QUE O PROFESSOR TENHA CERTOS ELEMENTOS QUE CHAMEM A ATENÇÃO DAS CRIANÇAS E POSSIBILITEM PARA ESTES O RECONHECIMENTO DOS COLEGAS NA HORA DA CHAMADINHA. PARA ISSO É BOM QUE O PROFESSOR FAÇA USO DA IMAGEM ASSOCIADA A CORES DIFERENTES NO NOME DE CADA UM. MAIS TARDE PODERÁ GRADATIVAMENTE RETIRAR AS CORES E A IMAGEM, SE ACHAR QUE OS ALUNOS JÁ PODEM RECONHECER O NOME DOS COLEGAS. AS IMAGENS QUE USEI SÃO DE ALUNOS MAIORES, SÓ A TÍTULO DE EXEMPLO.
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VOLTE SEMPRE!




QUE BOM QUE VOCÊ VEIO! ESPERO QUE VOLTE SEMPRE...TEREI SEMPRE NOVIDADES TE ESPERANDO! BEIJINHOS!!